ESCONDERIJOS DO TEMPO MARIO QUINTANA PDF

Sentai, amadas, nos primeiros bancos! Eu sei sofrer A vida deles lhes acontece de fora para dentro. Viva o amor que eu te dedico, Viva Dom Pedro Segundo! O poeta Venho de fundo das eras, Quando o mundo mal nascia Quem foi que disse que eu escrevo para o bas-fond?

Author:Mezikus Magrel
Country:Somalia
Language:English (Spanish)
Genre:Career
Published (Last):8 January 2015
Pages:106
PDF File Size:8.7 Mb
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ISBN:615-7-54134-657-2
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Sentai, amadas, nos primeiros bancos! Eu sei sofrer A vida deles lhes acontece de fora para dentro. Viva o amor que eu te dedico, Viva Dom Pedro Segundo!

O poeta Venho de fundo das eras, Quando o mundo mal nascia Quem foi que disse que eu escrevo para o bas-fond? Eu escrevo para a Maria de Todo o Dia. Ciranda rodava A ciranda rodava no meio do mundo, No meio do mundo a ciranda rodava. E quando a ciranda parava um segundo, Um grilo, sozinho no mundo cantava Bem junto com a rua o mundo acabava. Rodava a ciranda no meio do mundo Cofiando as suas barbas de Pedro Segundo Parece que estou vendo com os ouvidos: "Couves!

Pra que viver assim num outro plano? O ritmo da vida nos convida. Mal consigo mover-me. E relembro eruditamente? Dona Glorinha, sabe de uma coisa? Estou ficando muito, muito, muito desconfiado de que, se o Deus mudou, os crentes continuam os mesmos Anda muita gente de cara alegre Melhor sair para rua Ou entrar para a rua? A impura linguagem dos homens! Estava praticando caridade. Meu Deus! Esses humanos Ri tanto que me despenquei da ponta da estrela. Com o que, ficou tudo resolvido.

Risca e foge, num adejo. Um beijo brota na ponta Do galho do seu desejo. E pouco a pouco se aconchegam. A vida simples Ora, Maria! Eu nada tenho haver com os sentimentos humanos! Por que? Ficaria tudo mais simples e verdadeiro Traduzido de Raymound Queneau Meu Deus, que vontade me deu de escrever um poeminho Olha, agora mesmo vai passando um!

Mas me livre de todos os ataques! Ai que vida! Ainda bem que tudo acaba Quero morrer sozinho como um bicho! Adeus para sempre, Amigos Eu passarinho! Surpresa Sabes? Recordo ainda Recordo ainda E nada mais me importa Sou um pobre menino Que envelheceu, um dia, de repente! Como pode nelas vir morar o sonho?

Mas vamos fechar os olhos E pensar numa outra cousa Havia os azulejos reluzentes, o muro do quintal, que limitava o mundo, Uma paineira enorme e, sempre e cada vez mais, os grilos e as estrelas As lindas e absurdas cantigas, tia Tulha ralhando os cachorros, O chiar das chaleiras Ia encolhida, pequenininha, humilde.

Me lembro de mim, silencioso. Era o rio da Poesia? E tudo abaixo de gritos e pragas que nem lhes posso repetir aqui. Poesia e peito Qual Ioga, qual nada! Impressionador assunto para um desenho poema Viagem O fim do cigarro tem uma tristeza de fim-de-linha Quem faz um poema abre uma janela.

Prefiro o chato discursivo ou narrativo, que se pode ouvir pensando noutra coisa Estou esperando uma amiga. Dali a dois minutos estava morto. Noturno arrabaleiro Os grilos Lobo Alvim Ah, meus velhos camaradas! Fiquei sozinho Por ela passavam mares, passavam portos e portos, ali que os ventos ventavam, dos quatro cantos do mundo! Mas, amigo, eu sei que tenho - naquelas horas perdidas - o meu ganho mais profundo! Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada, Com o teu passo leve, Com esses teus cabelos Pobre vida Ai de mim Pobre vida que toda depende De um sorriso Adeus, que me vou embora.

Arame e seda, percorro O fio do tempo liso. Sempre Sou dono dos tesouros perdidos no fundo do mar. Fecha os olhos bem fechados Basta de tanta rima em "ados" Dorme o teu sono profundo Longe, cada vez mais longe Deste mundo e seus cuidados. Eu quero um renque de vozes Por toda a margem do rio!

A borboleta perdida Da tua voz, pobre amor Related Papers.

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Mario Quintana - Esconderijos do Tempo

He moved to Porto Alegre in to study at the Military School, and there he published his first works. He started working for Editora Globo, while it was still a state-owned publishing house. Considered the "poet of simple things" with a style marked by irony, depth, and technical perfection, he worked as a journalist for most of his life. Dalloway, and Words and Blood, by Giovanni Papini. In , Quintana worked at the newspaper Correio do Povo as a columnist of a subsection on culture, which was published every Saturday, and left the newspaper in In , to commemorate his sixty years of age, he published "Poetics Anthology", with sixty poems, organized by Rubem Braga and Paulo Mendes Campos, and for this reason the poet was aclaimed by the Brazilian Academy of Letters by Meyer and Manuel Augusto Bandeira, who recited his own poem "Quintanares", in honor of his fellow gaucho. In , after turning seventy years old, Quintana was awarded from the state of Rio Grande do Sul government the Medal Negrinho do Pastoreio.

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